Como um guarda-chuva pode impactar sua estratégia de ESG?

Entenda como ações aparentemente simples podem representar um impacto consciente gigantesco.

Por Mateus Murozaki

Como um guarda-chuva pode impactar sua estratégia de ESG?

Foto: Divulgação

Imagine este momento que certamente já aconteceu com você: em um dia ensolarado, você sai de casa. No meio do dia, uma chuva inesperada começa a cair e te prende onde você está porque não considerou levar um guarda-chuva na bolsa.

Os serviços de guarda-chuvas compartilhados foram criados para evitar esse tipo de situação, mas o impacto das máquinas de compartilhamento vai além de simplesmente salvar um colaborador em um dia chuvoso: trata-se também de uma ação de sustentabilidade efetiva.

Pode não parecer, mas o descarte indevido de guarda-chuvas é extremamente comum. De acordo com um relatório de sustentabilidade da RentBrella, estima-se que todo ano, 900 milhões de guarda-chuvas são descartados de maneira inadequada ao redor do mundo.

Isso não só é danoso para o meio ambiente como também é um desperdício massivo de materiais que poderiam ser reciclados e convertidos em novos guarda-chuvas ou outros itens. A empresa adotou como espinha dorsal de seus valores o comprometimento com a sustentabilidade em suas ações através de parcerias com ONGs e projetos de reciclagem, promovendo uma abordagem holística e sustentável para a mobilidade urbana.

A começar pela confecção dos guarda-chuvas, feitos de tecido R-pet reciclado de 7 garrafas pet retiradas dos solos, rios e oceanos, evitando a produção de novos tecidos e, por tabela, reduzindo o consumo de água e seu impacto ambiental.

Se a produção é feita de maneira consciente, o fim da vida de cada item também é sustentável: a empresa não descarta e, no lugar, ressignifica os materiais para produzir novos itens como ecobags, estojos e bolsas maternidades que são então doados para ONGs e escolas.

Isso expõe uma visão cada vez mais celebrada e necessária: a de que, para uma empresa estar de acordo com a realidade do mercado, é primordial que ela entenda como a sua operação pode prejudicar o meio ambiente e, em seguida, como reduzir tais agressões para que esteja dentro dos valores de ESG que o mercado cobra atualmente.

Isso se estende para além das ações com os guarda-chuvas. O desenvolvimento das máquinas também contou com a expertise do time para garantir uma viabilidade consciente e eficiente. Até mesmo outras marcas foram atingidas pelo método e se tornaram clientes da empresa para que desenvolvessem máquinas com finalidades parecidas.

Hoje as máquinas de compartilhamento de guarda-chuvas da Rentbrella estão presentes em mais de 40 estados Brasileiros, Nova York e Londres. Cada uma delas conta com até 105 guarda-chuvas que podem ser compartilhados até 150 vezes, evitando a compra e descarte inadequados do item. Quando levamos em consideração os números, é inegável o impacto que essas máquinas podem fazer.

Pois a RentBrella por si só é um caso valioso de como ações que podem passar despercebidas por muitos podem sim contribuir de maneira massiva para a estratégia de ESG de um negócio. A empresa, por mais “invisível” que possa parecer em um dia de calor, conta com 6 certificações voltadas para segurança e sustentabilidade, comprovando seu compromisso e efetividade na luta por um futuro melhor.


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