Como se diferenciar no setor de segurança?

Empresa se descreve como "única" no mercado e explica sua metodologia.

Por Mateus Murozaki

Como se diferenciar no setor de segurança?

Foto: Canva.com/kanawatTH

Enquanto novas tecnologias são introduzidas no mercado, torna-se cada vez mais necessário entender como navegá-las e utilizá-las para o benefício das empresas. Quando falamos de segurança, por exemplo, como podemos saber quais são as melhores alternativas? A resposta é que, tanto online quanto offline, a segurança de uma empresa depende de boas soluções e, principalmente, de análises profundas baseadas em dados.

Isso foi algo que a ICTS percebeu há cerca de três anos, o que revolucionou seu modelo de consultoria. Foi um processo de redesenho das soluções da empresa, que se baseava na coleta e análise de dados, permitindo-lhes não apenas oferecer uma consultoria mais profunda e detalhada, mas também conhecer melhor seus clientes e suas necessidades, combinando segurança com inteligência.

O diretor Anderson Hoelbriegel comenta também sobre a questão da deterioração da segurança pública, com diversas regiões sofrendo com grupos de crime organizado, o que aumentou a procura por sistemas de contenção e prevenção de extorsões corporativas.

“Acho que este ano foi marcado por essa consolidação no mercado, mas uma consolidação não da questão de segurança, porque sempre a tivemos, mas uma consolidação na questão da inteligência de segurança e na tecnologia. Acho que isso foi o que marcou 2024, com excelentes resultados para a empresa, inclusive”, comenta o profissional.

Gabriel Galvão, gerente de marketing da empresa, afirma que o que a torna única no mercado é justamente a gestão integrada de segurança com inteligência, um processo imersivo que vai além de oferecer apenas soluções ou serviços terceirizados.

Um case marcante que Hoelbriegel comenta com entusiasmo foi o trabalho realizado com um cliente do setor de petróleo, que enfrentava problemas de vazamento de informações. Quando a equipe fez a análise da fábrica, descobriu diversos outros problemas, desde controles de acesso a uma estação de tratamento de água até a atuação da milícia nos fundos do empreendimento.

“A partir daí, elaboramos o manual, o caderno técnico, para que eles pudessem realizar a transição das empresas. Foi desenvolvido um conjunto de cadernos técnicos de segurança, vigilância, portaria e recepção. Foi algo bem extenso, com várias particularidades, por se tratar de uma fábrica. Um ponto interessante também foi que, no meio do caminho, houve um desafio devido à mudança no Estatuto de Segurança Privada, com uma nova legislação e novas regras que já deveriam ser aplicadas em 2025. A partir disso, elaboramos o Manual de Normas e Procedimentos para a equipe, a política de segurança, as normas de segurança, fizemos a transferência de conhecimento com o gestor e, nesse momento, o projeto foi tão bem-sucedido junto ao cliente que estamos avançando para a segunda fase, o roll-out, que é a fase de auditoria”, explica o diretor.

Em 2025, as tecnologias continuam a evoluir. Logo, também é necessário ficar atento e garantir que a segurança da empresa esteja preparada para lidar com quaisquer desafios.

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