METRO Arquitetos assina projeto arquitetônico de expansão do MASP

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METRO Arquitetos assina projeto arquitetônico de expansão do MASP

O novo prédio aumentará em 6.945 m² a área do Museu

Previsto para inaugurar em 2024, o novo prédio vai aumentar em 6.945 m² a área do Museu com 14 andares de galerias, salas de aula, reserva técnica, laboratório de restauro, restaurante, loja e áreas de evento - conectadas ao edifício de 1968 através de uma galeria subterrânea -, ampliando as atividades e a capacidade de receber visitantes.

O METRO Arquitetos Associados, escritório comandado pelos sócios Martin Corullon e Gustavo Cedroni, está à frente do projeto arquitetônico do MASP em Expansão, um ousado plano que vai aumentar em 6.945 m² a área do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand com um novo complexo. Com previsão de entrega em janeiro de 2024 e 100% financiado por doações de pessoas físicas, o novo prédio - batizado de Pietro Maria Bardi - funcionará no que foi um dia o edifício Dumont-Adams, vizinho da sede do Museu.

"Pensamos em uma solução arquitetônica para expandir o espaço e atuação do museu equiparando a estrutura física à sua ambição institucional, transformando-o para as próximas gerações", explica Martin Corullon, sócio do METRO, escritório que possui uma relação profícua com o MASP desde 2015.

Os 14 andares do anexo serão ocupados por cinco galerias expositivas e duas galerias multiuso, representando um aumento de 66% de área expositiva do MASP. O edifício também abrigará restaurante, bilheteria, loja, reserva técnica, salas de aula e laboratório de restauro. Ao final da reforma, a área total do MASP será de 17.680 m² - hoje, são 10.485 m².

O projeto desenhado por Corullon e Cedroni inclui uma passagem subterrânea - já autorizada pela Prefeitura de São Paulo e com publicação em decreto municipal - que conectará o primeiro subsolo do edifício anexo, a 3.25 metros sob o nível da Avenida Paulista, com o primeiro subsolo do edifício histórico do MASP, 5.10 metros abaixo do nível do vão livre, passando sob as calçadas da avenida e cruzando o trecho inicial da Rua Prof. Otávio Mendes.

Outra transformação importante será a transferência da bilheteria para o novo prédio, liberando o vão livre e devolvendo a este espaço a sua utilização como praça pública, uso defendido por Lina Bo Bardi desde que idealizou a atual sede do MASP. O edifício terá os pavimentos junto ao chão totalmente transparentes, em diálogo com o vão livre, e os andares superiores revestidos com chapas metálicas perfuradas e

dobradas, que permitirão uma imagem monolítica sem inviabilizar as vistas da paisagem e a entrada de luz natural através de aberturas estrategicamente posicionadas, de acordo com as necessidades dos espaços internos.

Visando soluções sustentáveis para reduzir a pegada de carbono, o projeto do METRO contará com certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Entre outros fatores o uso de LED em toda a iluminação e o sombreamento proporcionado pela fachada dupla, diminuindo a carga térmica interna e aliviando o sistema de climatização, tornam o edifício ambientalmente eficiente.

O projeto arquitetônico é uma coautoria do escritório de Corullon e Cedroni com Júlio Neves, arquiteto que ocupou o cargo de presidente do MASP por 14 anos, de 1995 a 2009 e é responsável pelo projeto legal do edifício. Há seis anos colaborando com o MASP, o METRO foi responsável pelo redesenho dos icônicos cavaletes de vidro desenvolvidos por Lina Bo Bardi que foram reinstalados no museu em 2016 e também foi responsável pelo projeto de 28 exposições no Museu com o Arte da França: de Delacroix a Cézanne (2015), Portinari popular (2016) e A Mão do Povo Brasileiro, 1969/2016 (2016-2017), além de criar novas expografias de mostras como Histórias afro-atlânticas (2018), eleita pelo jornal norte-americano The New York Times como uma das melhores daquele ano. São também os responsáveis pelo desenvolvimento do Plano Geral de Intervenções no Museu, de 2016, com a definição dos projetos e obras de infraestrutura que vêm sendo realizadas como a troca dos elevadores, a reforma do grande auditório e a nova área administrativa do museu.

Foto: Divulgação.

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