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Globo recebe Selo Ouro em programa que mensura emissões responsáveis pelo aquecimento global

Companhia é a única do setor de comunicação e mídia a manter os mais altos critérios de transparência na publicação de dados sobre emissões de gases segundo o GHG Protocol

A Globo recebeu o Selo Ouro do Programa Brasileiro de emissões GHG para o seu inventário completo de emissão de gases de efeito estufa (GEE), referente ao ano de 2021, com verificação de terceira parte. Isso significa que a empresa possui o mais alto nível de reconhecimento e atende a todos os critérios de transparência na publicação de seus dados de emissões de GEE. Também é a única empresa brasileira de comunicação e mídia que figura na lista com o Selo Ouro.

Além de fazer um amplo inventário para mapear suas emissões, desde 2019 a Globo é carbono zero, ou seja, neutraliza a quantidade de gases de efeito estufa que emite na atmosfera por meio de suas operações. A companhia tem como meta reduzir suas emissões de GEE em 30% até 2030, sendo que esse objetivo tem relação com os escopos 1 (emissões diretas liberadas pela empresa), 2 (emissões referentes ao uso de energia) e 3 (emissões indiretas da empresa). 

Essas e outras iniciativas estão alinhadas a um dos seis compromissos da agenda ESG 2030 da Globo. Também têm consonância com o Acordo de Paris, que estabelece o ano de 2030 como um marco para os esforços de redução das emissões globais. "Temos como um dos nossos compromissos, que compõe nossa Jornada ESG, valorizar e proteger a biodiversidade, promovendo a consciência ambiental e respeitando os limites naturais do planeta. Estamos construindo nossa trajetória ESG de acordo com a estratégia do nosso negócio, pautada pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em busca de um crescimento sustentável e perene. E a certificação com o Selo Ouro do Programa Brasileiro de emissões GHG é uma conquista, um reconhecimento, que nos mostra que estamos no caminho certo", afirma Mauricio Gonzalez, diretor do Centro de Serviços Compartilhados da Globo. "Sabemos que esse é um caminho longo a ser percorrido. Mitigar impactos para o planeta e a sociedade exigem resiliência e corresponsabilidade para o desenvolvimento de todos", completa o executivo. 

A companhia investe em uma série de ações para reduzir sua pegada de carbono em suas atividades. Dentre elas, o abastecimento da frota flex com biocombustíveis, a redução na utilização de geradores a diesel, a troca da iluminação por lâmpadas de LED e o investimento em energia renovável. A empresa possui uma matriz energética de 97% de fontes renováveis,  equivalentes ao consumo de aproximadamente 56 mil residências médias brasileiras. Dentro da matriz,  incluem de 2,7 MWp de potência instalada gerados por plantas fotovoltaicas internas e usinas solares de geração distribuídas.

Foto: Divulgação



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