O evento que colocou as mulheres do setor condominial no centro da conversa

Summit W Condo revelou um novo modelo de liderança: colaborativa, estratégica e real.

Por Redação

O evento que colocou as mulheres do setor condominial no centro da conversa

Foto: Divulgação

No último dia 14 de maio, o Summit W Condo transformou São Paulo no centro de um movimento que vem ganhando volume, mas ainda pouco espaço no discurso oficial: o protagonismo feminino na gestão condominial. Foram mais de 150 mulheres reunidas — síndicas, gestoras, líderes de empresas prestadoras de serviços, consultoras e profissionais que atuam todos os dias nos bastidores de uma engrenagem que movimenta quase R$ 200 bilhões por ano no Brasil.

Mas o dado mais relevante do encontro não apareceu em nenhum slide: a liderança feminina não é mais exceção. É força em consolidação.

No palco, especialistas discutiram temas centrais para quem gerencia ativos imobiliários: operação, segurança, manutenção, tecnologia e comunicação com condôminos. Mas foi no intervalo dos painéis, nos corredores, nos cartões trocados e nas conversas improvisadas que o verdadeiro valor do encontro apareceu: a construção de uma rede que entende o setor como um ambiente de decisões sérias — mas que não precisa mais ignorar a potência de quem sempre esteve ali, muitas vezes sem reconhecimento.

“Não foi sobre gerar leads. Foi sobre criar conexões reais”, resumiu a gestora Flávia Pinheiro, uma das patrocinadoras do evento.

O Summit é uma iniciativa do W Condo, idealizado pelas empresárias Dil Melo e Wendy Tavares, que têm o mérito de transformar inquietação em ação. O evento chegou à sua segunda edição com fôlego ampliado, estrutura profissional e, principalmente, com um sentimento coletivo: de que as mulheres do setor condominial querem mudar as regras do jogo.

O evento que colocou as mulheres do setor condominial no centro da conversa

Foto: Divulgação

“Estar entre tantas mulheres incríveis — empresárias, CEOs, síndicas — foi um reencontro com o propósito”, disse a empresária Renata Simão, ao final do encontro. “Ali, no meio daquelas falas e trocas, algo ficou claro: estamos fazendo história.”

No ambiente, havia mais do que inspiração. Havia mulheres pensando em expansão de negócios, melhorias operacionais, inovação e formação de equipes. Havia, também, uma maquiadora profissional — porque empoderamento não precisa excluir cuidado. A trilha sonora final não veio de nenhum painel técnico, mas de uma taça erguida e da certeza de que, desta vez, ninguém voltaria para casa sozinha.

Longe do palco das grandes feiras do setor, o Summit ocupou um espaço que sempre foi subestimado: o das conexões profundas, do reconhecimento entre pares e da reafirmação de que liderar, aqui, não é um favor. É um fato.



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