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WiseOffices lança conceito de Workplace OS e leva gestão de espaços a um novo patamar

O espaço físico deixou de ser só infraestrutura, alerta Pedro Henrique Abenante, COO da empresa

Por Léa Lobo


WiseOffices lança conceito de Workplace OS e leva gestão de espaços a um novo patamar



A gestão de ambientes corporativos vive uma virada silenciosa e profundamente estrutural. O que antes era tratado como apoio operacional passa a ocupar um espaço estratégico dentro das organizações. É nesse contexto que a WiseOffices apresenta ao mercado a consolidação do conceito de Workplace OS, definido como um sistema operacional voltado à gestão de ambientes físicos complexos, integrando gestão de espaços, dados, automação e governança, e reforçando o workplace como um ativo estratégico do negócio. Para Pedro Henrique Abenante, COO responsável por Operações e Growth, esse movimento vai além da tecnologia. “O espaço físico deixou de ser só infraestrutura. Ele virou centro de custo, fonte de risco e variável estratégica para o negócio”, afirma.


O espaço físico deixou de ser só infraestrutura

Escritórios, campi universitários, hospitais, centros corporativos, indústrias e até eventos temporários passaram a ser vistos sob outra lente, deixando de ser apenas infraestrutura para assumir o papel de centros de custo relevantes, com riscos operacionais que precisam ser gerenciados de perto, ao mesmo tempo em que impactam diretamente a experiência das pessoas e influenciam decisões estratégicas do negócio. Ainda assim, segundo Pedro, “a maior parte das empresas continua gerindo o espaço físico com planilha, e-mail, WhatsApp e sistemas que não conversam entre si”. O resultado, nas palavras dele, é conhecido por qualquer gestor de Facilities. “Conflitos, retrabalho, dados que ninguém confia e decisões grandes sendo tomadas com base em informação frágil.” Esse cenário não é exclusivo do Brasil, mas se repete em operações na Europa e nos Estados Unidos.


De ferramentas soltas a um sistema integrado

É justamente para enfrentar essa fragmentação que surge o conceito de Workplace OS. Pedro explica que a proposta não é adicionar mais um módulo, mas criar uma camada central capaz de conectar continuamente espaços, pessoas, acessos, serviços e dados reais de presença, fluxo e ocupação. “Facilities não precisa de mais sistema. Precisa de uma camada que organize a lógica do espaço físico”, resume. A ideia é funcionar como o sistema nervoso da operação presencial, substituindo múltiplas ferramentas desconectadas por uma lógica integrada que permita previsibilidade, controle e decisões baseadas em dados confiáveis.


Reserva não é dado, é intenção

A WiseOffices nasceu como solução de reservas, mas, como reforça Pedro, a empresa nunca tratou a reserva como centro da inteligência. “Reserva não é dado, é intenção”, afirma. A plataforma foi desenhada desde o início para ser escalável e modular, onde a reserva é apenas uma camada dentro de um ecossistema mais amplo. O valor real está nos dados de uso, presença, fluxo e ocupação, aqueles que mostram o que de fato acontece no espaço e não apenas o que alguém planejou fazer.

Um dos diferenciais do modelo é a integração nativa entre software e hardware. A plataforma conecta-se a sensores, controle de acesso, Wi-Fi, reconhecimento facial e dispositivos IoT, capturando dados reais independentemente de reservas ou check-ins manuais. “Sem dado real, toda estratégia de espaço vira opinião”, diz Pedro. Com dados confiáveis, o gestor ganha força para sustentar decisões estratégicas de consolidação, expansão, redução de custos e investimentos diante da alta liderança.


Impacto direto na operação

Na prática, o efeito de um Workplace OS é menos visível e justamente por isso mais poderoso. “Quando a operação flui, ninguém percebe. Quando falha, todo mundo sente”, resume Pedro. Clientes relatam redução de conflitos operacionais, menos retrabalho entre áreas, queda nos chamados recorrentes, maior previsibilidade e menor pressão sobre o time de Facilities.


Crescimento acelerado e substituição do legado

Esse movimento já se reflete nos números. A WiseOffices registra crescimento médio anual próximo de 800%, impulsionado principalmente pela substituição de soluções antigas e fragmentadas por uma plataforma única e integrada, já adotada por empresas como Shopee, OdontoPrev, Unimed, Rumo Logística, SESI, SENAI, Hering e Stefanini. “Muitas empresas contrataram soluções na pandemia e agora estão migrando porque a operação ficou mais complexa e aquelas ferramentas não acompanham”, afirma Pedro.


Internacionalização como consequência

A expansão internacional surge como consequência da maturidade da plataforma. Segundo Pedro, a solução atingiu um nível de robustez e arquitetura compatível com as melhores ferramentas globais. “A dor do gestor de Facilities aqui é a mesma lá fora”, afirma, destacando que o modelo modular permite que o cliente contrate apenas o que faz sentido no momento e cresça dentro do mesmo ecossistema, sem trocar de sistema.


Facilities em um novo papel

No fundo, o que está em jogo é a redefinição do próprio Facilities. A área deixa de ser vista apenas como operacional e passa a atuar como guardiã de dados críticos, influenciando decisões de Real Estate, experiência do colaborador, custos e sustentabilidade. “A tecnologia deixa de ser acessório e vira infraestrutura”, conclui Pedro, reforçando que é exatamente isso que o conceito de Workplace OS representa, a base sobre a qual a operação presencial acontece.

A WiseOffices também estará presente como expositora na Expo InfraFM, reforçando na prática esse novo posicionamento e levando ao público do setor a experiência do Workplace OS aplicada à gestão de espaços físicos complexos.



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