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Profissional de FM que não fala linguagem de negócio vira custo

Bizup Strategy aposta em metodologia própria para acelerar a transformação no setor

Por Léa Lobo

Profissional de FM que não fala linguagem de negócio vira custo

A Bizup Strategy se define como uma consultoria especializada em Estratégia de Crescimento e M&A, com times formados por ex-executivos organizados em células por indústria (Máquinas & Equipamentos; Serviços & Tecnologia; Química & Agrobusiness; Energia e Recursos naturais; Saúde & Life science; Varejo; Bens de consumo; Engenharia & Construção e Private Equity). A consultoria trabalha com a metodologia proprietária 2(CE), capaz de criar estratégias sem fragilidades, promovendo o pensamento estratégico e a inovação, sem perder o alinhamento com a realidade das empresas.

O modelo de negócios foge do tradicional: preço atrelado ao valor percebido/gerado – e não a horas vendidas. Segundo o sócio Roberto Talarico, a proposta é clara: “não fazemos ‘planejamento estratégico de prateleira’; criamos estratégias de crescimento que mudam o posicionamento da empresa e, indo além, habilitamos a organização a colocar essas estratégias em prática.”

Para reforçar a oferta, a Bizup firmou parceria oficial com a Grant Thornton Brasil na frente de estratégia de crescimento, se beneficiando da capilaridade internacional, da reputação sólida e dos mais altos padrões de governança e qualidade da Grant Thornton, para gerar resultados concretos e impactantes em contas médias e grandes.


Como a Bizup pode virar a chave dos fornecedores de Facilities

O recado é sem rodeios: pare de vender “mão de obra” e comece a vender “resultado de negócio do cliente”. A Bizup propõe uma virada estratégica em quatro movimentos:

1. Reposicionamento: sair da guerra do menor preço para soluções orientadas ao core do cliente (saúde, finanças, logística, varejo, data centers etc.);

2. Oferta modular e escalável: padronizar o que dá margem e customizar só o que realmente cria diferencial competitivo;

3. Contas-alvo e tese de valor por vertical: falar a linguagem do CEO e do COO de cada setor, com indicadores que batem na última linha do balanço (economia recorrente, risco reduzido, produtividade, receita habilitada);

4. Governança para M&A: arrumar a casa (contratos, passivos trabalhistas, indicadores, compliance e NPS) para elevar múltiplo — realidade especialmente crítica em multisserviços que vislumbram consolidação;

“As empresas de serviços precisam entender o negócio do cliente para que o serviço contribua aos resultados. Sem isso, viram commodity.”
— Roberto Talarico


E para o gestor de Facilities Management?

A Bizup reforça um ponto que o mercado insiste em subestimar: Facilities Management é (pelo menos) a terceira maior despesa corporativa quando somamos contratos dispersos (limpeza, manutenção, segurança, utilidades, frota, workplace, resíduos etc.). A leitura estratégica sugere:

- Alinhar FM ao plano corporativo: expansão, novo mix de ativos, metas ESG, digitalização, workplace — tudo isso redefine scope, SLAs e CAPEX/OPEX;

- Mensurar perdas invisíveis: ineficiências típicas drenam resultados em muitas operações, dá para capturar esse valor com estratégia, dados e execução disciplinada;

- Gente, tecnologia e processo no mesmo frame: escassez de mão de obra qualificada, alta rotatividade e novas tecnologias (IA, automação, IoT) pedem redesenho organizacional e modelos híbridos de entrega;

Por que olhar a Bizup agora

Porque a consultoria traz pele em jogo (time de ex-executivos), metodologia de confronto saudável (2(CE)) e modelo de preço colado ao valor entregue. É o tipo de parceiro que ajuda tanto fornecedores de Facilities Services a subirem de patamar quanto gestores de FM a conectarem suas agendas aos indicadores que movem a estratégia corporativa.

No tabuleiro atual, profissional de Facilities que não fala linguagem de negócio vira custo. Quem reposiciona a oferta para crescimento do cliente vira estratégia. A Bizup joga exatamente esse jogo e cobra quando o placar muda.

* Roberto Talarico é sócio da Bizup Strategy, cobrindo as indústrias de serviços e tecnologia. Suas áreas de especialização são planejamento, gestão estratégica, vendas complexas, tecnologia aplicada, inovação e transformação digital. Ele é formado em Tecnologia da Informação, pós-graduado na área de dados, com MBA em gestão empresariaL pela FGV e especialização em IA pela Universidade de Oxford. [email protected]


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