Afinal, onde estamos quando o assunto é workplace?
 

Reunião remota em 3D: Google revela videochamadas com projeção de ambiente

Cabine desenvolvida pela empresa é uma evolução do trabalho remoto. Entenda como funciona!


Representado por uma cabine de videochamadas hiper-realista, o Project Starline, do Google, lembra um filme de ficção científica.

Vê só: ao entrar em uma cabine 3D composta por muitas câmeras sofisticadas e áudio espacial, um holograma seu e da pessoa participante da reunião é criado.

O objetivo é simular as interações presenciais sem a necessidade de óculos de realidade aumentada. É uma espécie de "teletransporte" virtual - assunto abordado há anos no cinema - mas agora, graças às big techs, promete deixar de ser ficção e se tornar um dos elementos do futuro do trabalho (entenda mais adiante).

REUNIÃO 3D DO GOOGLE: COMO FUNCIONA?

A cabine do Project Starline mede 2,13 metros x 2,13 metros, tem cerca de dez câmeras, alto-falantes, microfones e sensores infravermelhos.

Ao entrar, você deve se sentar em frente a uma tela. É por meio dela que você vê e interage com a imagem 3D criada - e sem a necessidade do uso de óculos de realidade aumentada, o que é um diferencial quando comparado com o projeto da concorrente Microsoft.

"A tecnologia funciona como uma 'janela mágica', onde os usuários podem falar, gesticular e fazer contato visual com outra pessoa, em tamanho real e em três dimensões", diz o Google em comunicado.

"Isso é possível por meio dos grandes avanços na pesquisa em aprendizado de máquina, visão computacional, áudio espacial e sistemas de exibição de campo de luz", completa.

REUNIÃO 3D DO GOOGLE: GANHO DE PRODUTIVIDADE

O resultado dos testes feitos até agora apontou que a cabine aumenta a atenção e a produtividade dos funcionários quando comparado com as chamadas de vídeo tradicionais.

Vale lembrar que recentemente a big tech cobrou mais produtividade de seus colaboradores. Seria a cabine uma alternativa para melhorar a eficiência dos times? Talvez.

No entanto, além disso, "as pessoas descreveram a experiência como uma interação natural - expressando o quão conectadas elas se sentiram com a outra pessoa sentada à sua frente", diz o Google.

Ainda não foi divulgado quando chegaria ao mercado e por qual valor, mas os testes estão sendo feitos além dos escritórios do Google nos Estados Unidos, por empresas como WeWork, T-Mobile e Salesforce.

O que mostra que a empresa está de olho em uma fonte de receita vinda do B2B à medida que o trabalho híbrido aumenta.

POR QUE IMPORTA?

O Google está de olho em um mercado que promete ser uma das revoluções do mundo corporativo. Isso porque, com a mudança dos modelos de trabalho (que foi acelerada pela pandemia), reuniões hiper-realistas capazes de oferecer uma interação mais produtiva entre as pessoas, começa a ganhar espaço. Não à toa outros players como a Microsoft estão de olho nesse nicho.

Outro ponto que vale destacar é o apetite pelo mercado B2B, afinal, em tempos de Quiet Quitting, oferecer ferramentas como o Project Starline pode ser uma forma de manter as pessoas mais engajadas no trabalho.

Fotos: Divulgação


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