Escola é construída em apenas dois meses aliando planejamento e tecnologia

A união entre tecnologia e projeto bem desenvolvido fez com que a revitalização do Colégio Positivo

A união entre tecnologia e projeto bem desenvolvido fez com que a revitalização do Colégio Positivo - Santa Maria, em Londrina (PR), ficasse pronta com segurança e qualidade em apenas dois meses. O investimento foi de R$ 7 milhões e contou com uma equipe de 120 colaboradores.

Para 2020, a previsão do Colégio Positivo era de um aumento de 72% no número de alunos, e o tempo livre para fazer a nova unidade seria apenas o do período das férias escolares. “O mercado londrinense aceitou muito bem a nossametodologia e os nossos valores e, agora, a demanda pelo projeto de ensino bilíngue e pelo nosso Ensino Médio em Londrina já se mostrou suficiente para a construção de um novo prédio”, afirmou o Diretor Geral do Colégio Positivo, Celso Hartmann.

A engenheira da A.Yoshii responsável pelo projeto do Colégio Positivo - Santa Maria, Luciana Yamada Kaiser Pereira, explica que, enquanto a equipe estava fazendo a demolição da construção anterior e a terraplanagem do terreno de 2.500 metros quadrados, as estruturas pré-moldadas já estavam sendo fabricadas em paralelo. O prédio construído é de 1.200m.

Mais conhecida em obras de grande porte, como pontes e viaduto, a estrutura feita de concreto a partir de um molde – e depois transportada para a área de construção – é acessível, segura e rápida para obras de médio porte. A técnica de pré-moldados permite criar a estrutura do prédio em paralelo ao andamento da obra, o que traz ainda mais velocidade para os projetos.

Como um grande “lego”, os pilares de concreto inteiriços de 12 metros de altura se encaixam com as lajes, que foram conectadas às vigas — todas as peças pré-moldadas em concreto formando toda a estrutura do edifício.  “Utilizamos várias tecnologias para fazer de forma tão rápida”, esclarece a engenheira Luciana.

As paredes foram feitas de Glasroc X, placa de gesso com revestimento de lã de vidro, um material de grande resistência. O uso desta tecnologia, pioneira no norte do Paraná, apresenta diversos benefícios: menor geração de entulhos, por não utilizar argamassas e tijolos, por exemplo; maior resistência ao fogo, atendendo e superando as exigências dos bombeiros ao oferecer resistência às chamas por tempo maior que 60 minutos; e eficiência energética, promovendo equilíbrio de temperatura e diminuição de ruídos.

“Conseguimos viabilizar um telhado composto por forro metálico e telhas metálicas, onde a estrutura em si não aparece. Para o revestimento das paredes externas utilizamos placas de gesso laminado revestidas e reforçadas com fibra de vidro, para garantir a estanqueidade”, diz a engenheira Luciana.

O desafio do projeto foi interligar a nova unidade com o prédio já existente. As paredes do edifício antigo foram quebradas e os pisos das duas unidades foram nivelados para interligar os corredores — que ficaram totalmente integradas.

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