Reconhecimento facial revoluciona controle de acesso e segurança predial

Tecnologia tem aumentado expressivamente no Brasil e é ideal para ambientes de grande circulação ou controlados

Notícia publicada em 21 de agosto de 2019

Realidade no mundo todo, cresce no Brasil o uso da biometria para as mais diversas finalidades. Em ambientes de grande circulação ou controlados, a tecnologia para reconhecimento facial opera uma verdadeira revolução. Com foco em uma operação mais inteligente e automática, sofisticados dispositivos são capazes de reconhecer rostos e aumentar a segurança.

A solução de reconhecimento facial, dividida entre identificação colaborativa e não colaborativa, tem sido utilizada em sistemas de CFTV (sistema de vídeo vigilância) e também no controle de acesso. O software que analisa as imagens identifica os rostos, os mapeia e cria um código para cada pessoa, o que, entre outras coisas, restringe com segurança o acesso a operações e perímetros sensíveis.

O reconhecimento facial colaborativo, aquele no qual o indivíduo de forma espontânea permite que a câmera faça a leitura de seu rosto, em uma posição e distância adequadas, possibilita a liberação de pessoas autorizadas em ambientes controlados, sem a necessidade de uso de cartões e códigos, simplificando o processo.

Eduardo Abel, Diretor de Vendas da Johnson Controls, líder global em múltiplas indústrias e tecnologias diversificadas, afirma que a demanda por essa solução tem aumentado expressivamente no Brasil. "Estudos estão sendo realizados para que por meio do reconhecimento facial as operações façam a liberação de acesso de forma mais ágil e sem risco de fraudes".

Como diferenciais de seu CFTV (sistema de vídeo vigilância), a empresa aposta na utilização de câmeras de alta resolução (4K), que oferecem maior precisão para a identificação, chegando até a 99% mesmo em ambientes de grande circulação. Com isso, a Johnson Controls promete um sistema de monitoramento mais seguro, uma vez que as câmeras permitem o reconhecimento mesmo quando o indivíduo não colabora com a identificação, como de cabeça baixa ou com a utilização de acessórios, como bonés, por exemplo.

"O reconhecimento fácil ainda é uma tecnologia muito nova, mas já oferecemos facilidades que protegem e melhoram a operação dos ambientes de trabalho. Atualmente, as imagens de nosso sistema de CFTV podem ficar armazenadas na nuvem ou em um servidor local", completa Abel, que pontua que os dados biométricos não podem ser compartilhados ou copiados. 

Versáteis, as soluções podem ser facilmente integradas a um circuito de acesso já existente - é possível incluir em um sistema básico ou atualizar um mais antigo. Além disso, segundo os especialistas da Johnson Controls, o recurso resulta ainda em uma operação mais eficiente e com menos custos. O sistema de CFTV (vídeo vigilância) da companhia conta ainda com soluções de gestão de vídeo digital, gravadores de vídeo digital e rede, câmeras de vigilância e sistema de análise avançado.

Foto: Divulgação

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