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Por que investir em energia elétrica solar?

Modalidade permite a compensação dos créditos nas áreas urbanas, como prédios comerciais, escritórios, lojas em shopping etc.

A energia elétrica solar tem ganhado cada vez mais espaço nos lares brasileiros. Além dos benefícios econômicos, há ainda muitas vantagens ambientais. A geração de 1000MWp, suficiente para abastecer 20 mil casas, evita a emissão de 175 mil toneladas de CO2 por ano. Além disso, quanto mais investirmos em energia elétrica solar, menor será a dependência das usinas termoelétricas, que são caras e agressivas ao meio ambiente. Ou seja, há inúmeras vantagens.

Segundo dados da Bloomberg New Energy Finance, os investimentos mundiais em energia solar somaram US$ 160,8 bilhões em 2017, representando um aumento de 18% em relação a 2016. Dentre as energias renováveis, a solar é a que mais tem se destacado, representando 48% do total de energia limpa. No Brasil, o investimento em energia solar no ano passado foi de US$ 6,2 bilhões, com alta de 10% em relação a 2016. O país é um dos com maior incidência de radiação solar, o que aumenta e potencializa a geração desse tipo de energia por aqui.

1. O sistema solar fotovoltaico utiliza uma energia renovável para geração de eletricidade e tem como astro principal a mais democrática de todas a fontes de energia, o sol, que é infinito e inesgotável. O sistema é simples. Durante o dia, com a incidência da luminosidade solar, a energia é gerada por meio de placas de captação. Aquilo que não é consumido origina um crédito junto à concessionária local. Durante a noite, o usuário utiliza a energia que vem da rede, mas como tinha créditos, não paga por ela. Se produzir mais do que consumir, fica com bônus. Na prática, o consumidor acaba pagando apenas a tarifa mínima.

2. Dá até para transferir para outras instalações, desde que seja de uma mesma concessionária. Os créditos podem ser consumidos em outro estabelecimentos, desde que sejam do mesmo CPF ou CNPJ. É possível também fazer a distribuição compartilhada em condomínios ou empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras. Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em percentuais definidos pelos próprios consumidores. Mesmo que o sistema esteja instalado num único medidor, as quotas de crédito para compensação de energia serão abatidas das contas dos participantes de forma independente, desde que a geração esteja na mesma área de propriedade do empreendimento.

Outra possibilidade do sistema fotovoltaico é o consumo remoto, que permite a geração de energia em um local para uso em outro endereço. O autoconsumo remoto amplia a oportunidade de uso da energia solar para diversos segmentos, além dos ganhos técnicos de possibilitar a instalação em local com maior irradiação e condições técnicas mais favoráveis. Essa modalidade permite a compensação dos créditos nas áreas urbanas, como prédios comerciais, escritórios, apartamentos, lojas em shopping, empresas de serviços e outros.

3. O sistema tem uma vida útil elevada, sendo, geralmente, superior a 20 anos. Seus equipamentos têm se modernizado, tornando-se mais potentes e resistentes. Os custos de instalação vem reduzindo à medida que a tecnologia se populariza. O sistema, além de fácil instalação, requer pouca manutenção ao longo do tempo. Isso sem falar na valorização comercial do imóvel, que se torna muito mais atrativo para o mercado imobiliário.

Com todos esses benefícios, a energia elétrica solar tende a crescer cada vez mais. Essa fonte de energia limpa, além de democrática, possui muitas vantagens financeiras. Livrar-se das elevadas contas de energia elétrica e ainda contribuir para o meio ambiente tem sido um desejo muito comum e, principalmente, mais possível para todos.

Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec


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